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Feliz Páscoa a todos nossos clientes, amigos e parceiros.

Feliz Natal e Próspero Ano novo

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Nesta hora de alegria, de paz e amor, a nossa empresa agradece a todos os clientes, funcionários e fornecedores que ao longo do ano nos ajudaram a evoluir e confiaram no nosso profissionalismo e competência. Feliz Natal e um Bom Ano Novo!

Desejamos que nos lares de cada um de vocês, exista alimento e alegria para noites agradáveis em família. Aproveitem cada segundo desta época ao lado de quem mais amam! A vida é um sopro.

Abram muitos presentes neste Natal, celebrem com os amigos e familiares próximos e entrem com o pé direito no novo ano que chega em breve. Divirtam-se e lembrem-se que estamos sempre no mesmo lugar para tudo que precisarem. Deus seja glorificado e lembrado em tudo.

Abraços e felicidades.

Bema Fundição Ltda


Dia dos Pais

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Desejamos a todos um Feliz Dia dos Pais

Nós da Bema Fundição Ltda gostaríamos de homenagear todos os pais, especialmente aqueles que têm feito uma grande diferença na vida de seus filhos, pois eles são o futuro de nossa nação.

Todo bom pai conhece bem este sentimento, de educar, ensinar e dar o exemplo.
O dia dos pais só acontece um domingo por ano. Aproveite e faça algo especial a eles – seu pai, tios e avôs em sua vida.

Feliz dia dos Pais!

Valorize seu Pai


DIA 27 DE JULHO DIA NACIONAL DE PREVENÇÃO

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DIA NACIONAL DE PREVEÇÃO DE ACIDENTES DO TRABALHO
27/07/2019
Símbolo da luta dos trabalhadores que reivindicaram melhorias em seus ambientes de trabalho no começo dos anos 70, o 27 de julho é a data escolhida, nacionalmente, para homenagear vítimas desse tipo de fatalidade e, principalmente, conscientizar sobre a importância de ações preventivas diárias nas grandes empresas.

História

Nos anos 70, período em que o Brasil recebeu inúmeros investimentos, o número de acidentes de trabalhadores assustava. Por isso, o Banco Mundial decidiu cortar os financiamentos, caso os números de vítimas fatais de acidentes não diminuíssem. Essa medida não foi drástica, muito pelo contrário – ela foi necessária. Nessa época, cerca de 1,7 milhão de acidentes aconteciam anualmente e 40% dos funcionários sofriam lesões no desempenho de suas atividades profissionais. A medida resultou na publicação das portarias nº 3236 (que institui o Plano Nacional de Valorização do Trabalhador) e 3237 (que torna obrigatório o serviço de medicina do trabalho e engenharia de segurança do trabalho), em 27 de julho de 1972.

Além da regulamentação e da publicação nas portarias, foi nessa época em que o artigo 164 da Consolidação das Leis Trabalhistas (CLT) foi atualizado, tornando obrigatória, então, a atuação e formação da Comissão Interna de Prevenção de Acidentes CIPA).

Outro fato importante que é sempre relembrado no 27/7 é que o Brasil foi o primeiro país a ter um serviço obrigatório de Segurança e Medicina do Trabalho em empresas com mais de 100 funcionários.

Nessa data é sempre importante relembrar sobre as práticas mais comum que garantem a segurança dos colaboradores dentro da empresa. Por isso a BEMA FUNDIÇÃO LTDA prática diariamente as medidas de segurança com todos seus colaboradores, bem como um planejamento de prevenção e cuidados com a saúde do trabalhador. Também é indispensável fazer inspeções regularmente e sempre se atualizar sobre as novidades e boas práticas sobre o assunto.

Parabéns a todos que colaboram com a segurança de nossa Empresa.
BEMA FUNDIÇÃO LTDA


Acordo Mercosul

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Acordo UE-Mercosul pode ser ratificado em dois anos. Assinado no último dia 28 de junho, o tratado de livre-comércio entre os blocos econômicos pode levar até dois anos para ser ratificado. A previsão é do presidente da Câmara de Comércio Brasil-Espanha, José Gasset Loring. Os próximos passos são a aprovação do Conselho Europeu, prevista para o último trimestre deste ano, e a apreciação do texto pela Eurocâmara, que deve acontecer em 2020.

Agora com o acordo entre Mercosul e UE, Brasil precisa reduzir burocracia, carga tributária e problemas de infraestrutura e logística.

Um acordo que demorou 20 anos para ser fechado finalmente aconteceu. Mercosul e União Europeia concordaram em iniciar um processo de retirada de barreiras tributárias e administrativas em direção ao livre comércio. Trata-se da maior abertura ao exterior do País em toda a sua história econômica, envolvendo 27 países (sem contar o Reino Unido) da Europa e quatro do Cone Sul.

No caso específico de automóveis e comerciais leves, que representam 94% de todos os veículos vendidos aqui, o impacto será grande, mas não imediato. Na realidade, as tarifas de importação dos produtos motorizados europeus só estarão zeradas dentro de aproximadamente 17 anos.

Para começar, estimam-se dois anos para aprovação em todos os 31 parlamentos nacionais envolvidos. Em seguida, os europeus poderão enviar ao Brasil 32.000 automóveis anualmente, durante sete anos, com desconto de 50% sobre os 35% do atual imposto de importação (II). Acaba, então, o regime de cotas.

A seguir, um período de oito anos de redução do II, obedecendo a uma escala de redução anual, sem cotas: 28,4%; 21,7%; 15%; 12,5%; 10%; 7,5%; 5%; 2,5%. Pode parecer estranho, mas é isso mesmo. Após sair do regime de cota fixa e 17,5% de II, o período de livre importação começa com alíquota de 28,4% até a eliminação no 16º ano.

No fluxo oposto, os europeus impõem taxa de 10% de II, mas o Brasil não exporta, atualmente, para lá (já o fez com VW Fox, entre outros). Essa alíquota será zerada em intervalo bem curto, ainda por estabelecer. Está aí uma oportunidade para o País na faixa de automóveis e SUVs compactos, caso a lição de casa ocorra conforme se supõe.

Aliás, não há alternativa nos próximos 15 anos para a indústria automobilística aqui instalada sobreviver com um mínimo de dignidade e peso específico. O tempo é suficiente para rebaixar drasticamente o Custo Brasil e suas deficiências bem diagnosticadas: burocracia geral e fiscal sufocantes, alta carga tributária, infraestrutura e logística da pior qualidade, ambiente ruim de negócios, descontrole dos gastos públicos, etc.

Aspecto interessante do acordo é o reconhecimento mútuo dos regulamentos técnicos (segurança, emissões e outros). Tornam os produtos europeus ainda mais competitivos, enquanto modelos dos Estados Unidos, Canadá, Coreia do Sul e até da China perderão atratividade. Há, no entanto, negociações em vista com os três primeiros dos quatro.

Também, a partir de agora, o Mercosul deve parar de brincar. Desde 1991 o comércio livre estava previsto. Mas, até o momento, o Brasil para cada US$ 1,50 exportado à Argentina tem de obrigatoriamente importar US$ 1, sem incidência de II. Esse assunto arrastado por quase três décadas exige uma solução. Cada país tem de se especializar em modelos específicos para ganhar escala de produção e aumentar o poder de competição internacional.

Estratégias de todas as 20 marcas com instalações industriais hoje no Brasil precisam ser revistas desde já. Pode significar nível de investimentos para cima ou para baixo. Os que forem suficientemente rápidos farão do limão uma limonada. Quem vai ganhar mesmo é o consumidor, graças à abertura do País para o mundo.

Fonte: http://automotivebusiness.com.br/artigo/1777/sem-alternativa


Autopeças Faturando

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Autopeças faturam 13,7% a mais no acumulado até maio.
Demanda continua aquecida por causa das montadoras; exportações perdem participação .

s fabricantes de autopeças instalados no Brasil faturaram 13,7% a mais de janeiro a maio deste ano que no mesmo período do ano passado. As vendas para as montadoras continuam impulsionando o setor. Registraram alta de 15,8% e responderam por quase 65% dos ganhos do segmento. Os números foram divulgados pelo Sindicato Nacional da Indústria de Componentes para Veículos Automotores (Sindipeças).

As exportações aumentaram 5,3% na análise em reais, mas em dólares anotaram queda de 8,4%. As vendas externas têm sido prejudicadas pela recessão na Argentina, principal parceiro comercial. Como comparação, em maio de 2018 as exportações representaram 19,1% do faturamento do setor. No mesmo mês de 2019 essa fatia caiu para 16,5%.

As vendas para o mercado de reposição continuam aquecidas e cresceram 9,7% de janeiro a maio sobre iguais meses do ano passado. O pós-venda deteve 13,5% de todo o faturamento do setor ao longo dos cinco meses.

É preciso recordar que, no acumulado até abril, a alta registrada para o faturamento total das autopeças estava abaixo de 8%. O salto para os atuais 13,7% no acumulado dos cinco meses ocorreu porque maio do ano passado teve forte impacto da greve dos caminhoneiros.

TAXA DE UTILIZAÇÃO DA INDÚSTRIA E EMPREGOS

No mês de maio as fábricas do setor de autopeças anotaram pico de utilização da capacidade instalada de 73%, o maior índice desde fevereiro de 2018. A menor taxa anotada em 2019 foi em janeiro, 67% de utilização.

O emprego nacional no setor de autopeças registra pequena queda de 1,7% no acumulado do ano, mas a análise nos últimos 12 meses revela crescimento de 3,6%.

Tags: Peças, peças fundidas, ferro fundido nodular, ferro fundido cinzento, fundição de peças.


Feliz Páscoa

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Nós da BEMA FUNDIÇÃO LTDA, agradecemos a todos os funcionários e membros da CIPA pelos 900 dias sem acidentes de trabalho e ressaltamos a importância da Segurança do Trabalho em nossa Empresa.

Desejamos a todos os clientes, fornecedores, funcionários e amigos uma Feliz Páscoa. Que nesta época você possa se reunir com os que mais ama e celebrar todo o significado desta data que é a fé na palavra de Deus e na ressurreição de Jesus. Que a paz, o amor e a esperança renasçam no seu coração e na sua casa e sua vida se encha de felicidade.


Feliz Natal

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A Bema Fundição deseja a você cliente e amigo os melhores votos de paz, saúde e boas festas.

Queremos que você continue sempre com essa alegria, com companheirismo e continue nos prestigiando com sua preferência e atenção, pois só assim, teremos motivos para buscar sempre o melhor.

Que neste Natal você possa somar todas as alegrias e dividir seu entusiasmo de ser feliz.

Somos privilegiados porque contamos com sua parceria, amizade, apoio e confiança.

Aos clientes, amigos e familiares elevamos o nosso carinho, nosso muito obrigado por tudo e desejamos boas festas.

Feliz Natal


Indústria de fundição retoma crescimento

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O que se discute agora é o ritmo da recuperação

No dia 18 de setembro, 57 representantes do setor de fundição estiveram reunidos em Joinville (SC), para a reunião Plenária da ABIFA. Dando continuidade à ideia de realizá-la de forma itinerante, abrangendo todas as Regiões e associados do país, na ocasião o encontro aconteceu em um dos auditórios do Expoville, paralelamente à Metalurgia – Feira e Congresso Internacional de Tecnologia para Fundição, Siderurgia, Forjaria, Alumínio e Serviços.

Os números apresentados foram condizentes com as conversas nos corredores da feira e entre os expositores. A crise é dada por encerrada. O que se discute agora é o ritmo da recuperação da produção, que entre janeiro e agosto totalizou 1.540.621 t de fundidos. Trata-se de uma alta de 4,4% em relação ao mesmo período de 2017, embora no comparativo mensal – agosto 2018 (213.877 t) / agosto 2017 (204.839 t) – o incremento tenha sido maior, de 7,3%.

O aumento da produção de fundidos no ano é puxado pelo aço (+26,3% ante 2017), seguido do ferro (+5,6%). A produção de peças em metais não ferrosos, por outro lado, caiu 20% no comparativo anual (jan-ago 2018 / jan-ago 2017), compreendendo os fundidos de cobre (+1,3%), zinco (-3,3%), alumínio (-22,4%) e magnésio (-8,7%).

Aqui, no entanto, vale um parêntesis. Por questões tecnológicas, o peso das peças fundidas tem caído ano a ano, em especial daquelas produzidas em metais não ferrosos. Portanto, uma base comparativa mais exata deve levar em conta o número de peças fundidas e não a sua tonelagem, estatística que a ABIFA está providenciando e logo deve disponibilizar.

De qualquer maneira, a discrepância entre o desempenho da indústria de fundição e a automotiva é notável. De acordo com a ANFAVEA – Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores, o setor registrou em agosto o melhor mês dos últimos quatro anos, com a produção de 291,4 mil autoveículos. Este volume equivale a uma alta de 11,7% ante as 260,8 mil unidades do mesmo mês do ano passado e de 18,6% sobre as 245,8 mil de julho. Na soma dos oito meses transcorridos do ano, 1,97 milhão de veículos já foram produzidos, o que significa uma elevação de 12,8% se defrontado com as 1,75 milhão de unidades do ano passado. Reiterando, a produção de fundidos no mesmo período aumentou 4,4%.

Do total fundido, 1.278.803 t foi consumida no mercado interno; 5,9% mais do que nos oito primeiros meses de 2017. A diferença (261.818 t) foi exportada, o que em peso representa uma queda de 1,9%, porém em valores a alta foi de 2,8% (US$ 587.201,4 mil).

Acompanhando o crescimento gradual da produção do setor, o número de profissionais nas fundições brasileiras segue aumentando. Em agosto eram 55.386 empregados, contra 55.072 em julho. A variação é pequena, de 0,6%, mas no comparativo anual (ago 2018 / ago 2017) ela já está em 5,4%.

Conforme temos noticiado, a ABIFA mantém a estimativa de crescimento do setor entre 6,5% e 7% no exercício 2018.

Fonte: Assessoria de imprensa | ABIFA
http://www.abifa.org.br/com-crescimento-mes-a-mes-numeros-do-setor-dao-a-crise-por-encerrada/


Indústria 4.0 também é realidade para as PMEs

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Segundo dados de uma pesquisa realizada pela CNI – Confederação Nacional da Indústria sobre o estado da digitalização na indústria brasileira, 42% das companhias desconhecem a importância das tecnologias digitais para a competividade da indústria e mais da metade não utiliza nenhuma tecnologia de uma lista de dez opções, sendo elas: Automação digital com ou sem sensor para controle de processo, monitoramento de produção com sistema SCADA, manufatura aditiva, big data, serviços em nuvem, internet das coisas, projetos de manufatura por computador e simulações, automação digital para identificação de condições operacionais e análises de modelos virtuais. Nessa relação, internet das coisas e big data, por exemplo, estão em uso por 13 empresas, do total de 2.225 que participaram da pesquisa.

Ainda de acordo com a CNI, o desconhecimento de tecnologias digitais em manufatura é maior entre as empresas de médio e pequeno porte, cerca de 60%. Entre as grandes, o percentual de empresas que não identificaram alguma das dez tecnologias digitais apresentadas como importantes para a competitividade cai para 32%. O avanço tecnológico na indústria não é percebido pelas empresas e esse é o maior desafio a ser enfrentado.

Apesar de termos alguns exemplos de setores que estão se beneficiando dessa inovação, como o logístico e o automobilístico, o Brasil ainda carrega um histórico de não investir o suficiente em inovação, em parte porque estamos saindo de uma recessão, mas também pela cultura de não pensar no longo prazo. Mas ainda bem que esse cenário pode mudar nos próximos anos.

Segundo estimativas da consultoria IDC, o investimento na internet industrial das coisas (IIoT) chegará a US $ 500 bilhões até 2020. As empresas que introduzem automação e técnicas de produção mais flexíveis para a fabricação podem aumentar a produtividade em até 30%. Outro benefício identificado pela consultoria é a exploração preditiva dos ativos, que pode ajudar as empresas a economizarem aproximadamente 12% em reparos programados, reduzirem os custos gerais de manutenção em até 30% e eliminarem avarias em 70%. E no Brasil?

A estimativa é que até 2020 o mercado de internet das coisas movimente cerca de R$ 200 bilhões no país, representando 10% do PIB. Em 2018, de acordo com a IDC, os projetos de IoT vão movimentar US$ 8 bilhões no país, com crescimento de 14% na comparação com ano anterior. Boa parte desse investimento será impulsionada principalmente pelo Plano Nacional de Internet das Coisas, lançado pelo governo federal no fim de 2017, com previsão de movimentação de US$ 13 bilhões até 2020.

Todo esse potencial de investimento, associado à evolução da inovação disruptiva, vai tornar o acesso a estas tecnologias mais fácil, seja por uma maior disponibilidade de soluções, seja pela redução de custos. Esse conjunto de fatores vai desmistificar que inovação no Brasil é exclusiva para as grandes empresas.

Controle de estoque, ganho em produtividade, automatização de processos, produção digitalizada, predição e ganhos efetivos em inventário. Essas são algumas das vantagens ao adotar tecnologias da Indústria 4.0. Mas para começar a usufruir desses benefícios, é necessário realizar uma tarefa importante. Em primeiro lugar, os empresários precisam fazer um mapeamento interno, para identificar os desperdícios, pois os seus negócios ainda não são digitalizados. Depois, descobrir que tipo de tecnologia será integrado no gap da empresa e, por fim, o planejamento para implementar o set de soluções, desde IoT, robótica, RFID, big data, entre outras, que vai atender a cadeia de produção como um todo. Cumprida toda essa etapa, os empresários estarão prontos para começar uma jornada de sucesso na era da indústria brasileira.



Carlos Santana, diretor-comercial da Seal Sistemas

Fonte: http://www.abifa.org.br/industria-4-0-tambem-e-realidade-para-as-pmes/


BEMA conquista Prêmio Fornecedor do Ano

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O "Prêmio Fornecedor do Ano", promovido pelo cliente VULKAN, conta com a participação de fornecedores de diversos materiais, em sua concepção "Materiais Críticos".

A iniciativa reconhece e divulga as melhores práticas de seus parceiros, incentivando o aprimoramento contínuo em seus processos, com o objetivo de não apenas atender aos requisitos de contratação de serviços ou fornecimento de materiais, mas também de promover o total alinhamento fornecedor-cliente.

O "Prêmio Fornecedor do Ano" levou em consideração as seguintes categorias: Qualidade, Prazo de Entrega, Flexibilidade Comercial, Tratativas de Não Conformidade e Prêmio Destaque Geral.

E a BEMA Fundição Ltda foi agraciada com este prêmio.

Trata-se de uma grande e honrosa conquista, pois a VULKAN é um dos nossos clientes mais rigorosos, visto a complexidade dos itens que lhe são fornecidos e do alto padrão de qualidade exigido pelo cliente.

E é com grande satisfação que parabenizamos e agradecemos a todos os colaboradores envolvidos pelas Relações Comerciais, pelos Setores Produtivos, pelo Controle e Gestão da Qualidade; que esta conquista nos inspire a sempre buscarmos a melhoria contínua.